Note: this painting (Col. Angelo de Sousa), was blackened by oxidation of beeswax layer applied by the artist, as well as by insect excrement. Objective: To clean the color layer (remove impurities), and apply a thin coat of varnish end, (the artist's choice).
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
Tratamento de uma pintura em polivinilico de Angelo de Sousa, 1964.
Note: this painting (Col. Angelo de Sousa), was blackened by oxidation of beeswax layer applied by the artist, as well as by insect excrement. Objective: To clean the color layer (remove impurities), and apply a thin coat of varnish end, (the artist's choice).
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Angelo, "Construção", fevereiro de 1957, pintura a óleo sobre tela.
Primeiro trabalho realizado: intervenção de consolidação do suporte e limpeza do revestimento cromático, preparando a obra para o restauro da composição a realizar posteriormente pelo artista (*).
(*) não tenho a certeza que o artista a tenha concluído.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Angelo de Sousa, 1938-2011...foi cedo.
De 1997 até 2010, foram muitas horas de colaboração, ajuda mútua, com as tuas oscilações de humor, os momentos em que não deixas falar, os teus momentos de ira, as tuas recomendações, as tuas histórias que só mesmo contadas por ti; à tua maneira, foste um grande amigo. Até sempre.
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Tratamento de uma escultura em xisto de Maria Leal da Costa
The sculpture in slate, suffered a fall that fractured into 4 parts. After studying the assembly, the sculpture was glued, followed by some retouches to keep the unity of the original composition.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Vitor Pomar
Tudo é a nossa própria mente
ai de ti
não há outro
ai de ti
ser tal qual o céu é não ter natureza intrínseca alguma
ai de ti
toda Aparência é Absoluto Ser
ai de ti
fechar o mestre em casa e ir procura-lo algures
ai de ti
celebração & gozo
emaho!
ai de ti
não há outro
ai de ti
ser tal qual o céu é não ter natureza intrínseca alguma
ai de ti
toda Aparência é Absoluto Ser
ai de ti
fechar o mestre em casa e ir procura-lo algures
ai de ti
celebração & gozo
emaho!
a felicidade pratica-se felicitando-se:
horizontes vastos e luminosos à discrição !
welçome to the club . . .
meeting at the top & everywhere
. . . bliss bliss bliss
horizontes vastos e luminosos à discrição !
welçome to the club . . .
meeting at the top & everywhere
. . . bliss bliss bliss
o tempo:
faz parte da ilusão (maya) que é a realidade tal como no apercebemos dela.
três em um:
o artista, o xaman e o medicine man.
enjoy...
Vítor Pomar é um artista que inicia a sua actividade nos anos 70. A sua obra começou a ser realizada na Holanda, quando se encontrava em formação. Influenciado pela meditação budista, o trabalho de Vítor Pomar cruza a pintura com a experiência do desenho, da fotografia e do filme. Na obra de Vítor Pomar, a arte surge como um processo de reunificação da experiência de dispersão do quotidiano, inscrevendo os seus registros como uma evidência diarística da relação do artista com o absoluto da existência, a partir da fragmentação da observação e da criação de imagens. Do imediatismo da sua gestualidade pictórica, entre as suas grandes séries de pinturas a preto e branco e, posteriormente, a cor, ao serialismo dos seus desenhos, ao filtro reunificador da realidade que a sua fotografia constitui e à construção de um particular conceito de tempo que os seus filmes revelam, esta exposição permite, pela primeira vez, confrontar as várias evidências da obra de Vítor Pomar na construção de uma das experiências artísticas mais singulares do nosso tempo.
faz parte da ilusão (maya) que é a realidade tal como no apercebemos dela.
três em um:
o artista, o xaman e o medicine man.
enjoy...
Vítor Pomar é um artista que inicia a sua actividade nos anos 70. A sua obra começou a ser realizada na Holanda, quando se encontrava em formação. Influenciado pela meditação budista, o trabalho de Vítor Pomar cruza a pintura com a experiência do desenho, da fotografia e do filme. Na obra de Vítor Pomar, a arte surge como um processo de reunificação da experiência de dispersão do quotidiano, inscrevendo os seus registros como uma evidência diarística da relação do artista com o absoluto da existência, a partir da fragmentação da observação e da criação de imagens. Do imediatismo da sua gestualidade pictórica, entre as suas grandes séries de pinturas a preto e branco e, posteriormente, a cor, ao serialismo dos seus desenhos, ao filtro reunificador da realidade que a sua fotografia constitui e à construção de um particular conceito de tempo que os seus filmes revelam, esta exposição permite, pela primeira vez, confrontar as várias evidências da obra de Vítor Pomar na construção de uma das experiências artísticas mais singulares do nosso tempo.
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